Na otorrinolaringologia, a captura de imagens na videolaringoscopia e na nasofibroscopia tem uma particularidade: o vídeo é tão importante quanto as fotos. O movimento das pregas vocais, o fechamento da glote e o som da voz fazem parte da avaliação, e nada disso cabe numa imagem parada. Por isso, o sistema usado no consultório precisa tratar o vídeo como peça central do exame.
Na videolaringoscopia, o médico observa a laringe enquanto o paciente fala ou emite sons. Gravar o vídeo junto com o áudio permite rever o exame com calma, comparar a voz entre consultas e mostrar ao paciente, ou ao fonoaudiólogo que vai acompanhá-lo, exatamente o que foi observado. Para quem trata disfonias, nódulos e outras alterações da voz, esse registro faz diferença no acompanhamento.
Durante a nasofibroscopia, o médico está concentrado em conduzir o aparelho. Nem sempre é possível parar para capturar a foto no momento exato. Com o vídeo gravado, isso deixa de ser um problema: as imagens mais importantes podem ser capturadas depois, revendo a gravação quadro a quadro. O laudo ganha as melhores fotos sem prolongar o exame.
Em todos eles, o requisito técnico é o mesmo: o sistema captura a saída de vídeo da câmera ou do endoscópio. Vale confirmar com o fornecedor se o seu equipamento, analógico ou digital, é compatível.
Com as imagens e os vídeos guardados no prontuário do paciente, organizados por data, o otorrino compara o exame atual com os anteriores em poucos cliques. Isso ajuda a avaliar a resposta a um tratamento, a evolução depois de uma cirurgia ou o resultado da terapia de voz, e torna a conversa com o paciente muito mais clara.
Muitos pacientes chegam ao otorrino com queixas que não conseguem ver: rouquidão, nariz entupido, sensação de algo na garganta. Mostrar o vídeo do próprio exame, logo depois do procedimento, transforma a consulta. O paciente entende por que precisa de tratamento, de terapia de voz ou de cirurgia, e tende a seguir melhor as orientações. Com o vídeo e as fotos no prontuário, essa conversa leva poucos minutos e pode ser repetida na consulta de retorno, comparando o antes e o depois.
O mesmo vale para a comunicação com outros profissionais. O fonoaudiólogo que acompanha o paciente ou o colega que vai operar recebe um laudo com as imagens que fundamentaram o diagnóstico, em vez de apenas uma descrição em texto.
Com matrizes prontas para cada exame, o médico monta o texto do laudo em poucos cliques, escolhe as fotos no álbum ao lado do editor e completa as observações com ditado por voz e corretor ortográfico médico. O laudo sai impresso, em PDF, por WhatsApp com link protegido por senha ou por e-mail com o PDF protegido, de forma segura para o paciente.
O MasterPlus grava o vídeo do exame com áudio, permite capturar imagens durante o exame ou a partir da gravação e guarda tudo no prontuário do paciente. O laudo é montado com matrizes, fotos e ditado por voz, e a clínica conta ainda com agenda com confirmação pelo WhatsApp e integração com PACS e Worklist DICOM. Veja todos os detalhes na página do MasterPlus para otorrino.