Na histeroscopia e na colposcopia, a imagem é parte do diagnóstico. Um pólipo endometrial, um mioma submucoso ou uma alteração no colo do útero são muito mais fáceis de explicar, acompanhar e discutir quando estão registrados em foto e vídeo. Documentar bem o exame ajuda o médico, a paciente e o colega que vai dar continuidade ao tratamento.
Veja como organizar essa documentação na rotina da clínica de ginecologia.
O ideal é que a captura não atrapalhe o procedimento. Com o histeroscópio ou o colposcópio ligado ao sistema pela saída de vídeo, o vídeo é gravado do início ao fim e as fotos são capturadas por pedal ou teclado, sem que o médico precise largar o equipamento.
Gravar o vídeo completo tem uma vantagem a mais: se uma imagem importante não foi capturada no momento, ela pode ser revista depois na gravação.
Fotos salvas em pastas soltas no computador se perdem com facilidade. O caminho mais seguro é que cada imagem fique no prontuário da paciente, com data e hora, junto com as consultas e os outros exames. Assim, na próxima histeroscopia ou colposcopia, os exames anteriores estão a um clique de distância.
Clínicas que também fazem ultrassom ginecológico e obstétrico ganham ainda mais quando todos os exames da paciente ficam no mesmo prontuário.
Num exame de poucos minutos é comum capturar dezenas de fotos. Nem todas precisam ir para o laudo. Uma boa prática é selecionar as imagens que mostram as referências anatômicas do exame (como o canal cervical, a cavidade uterina e os óstios tubários, na histeroscopia) e as que mostram cada achado relevante, de preferência com mais de um ângulo. As demais continuam guardadas no prontuário e podem ser consultadas quando necessário.
Na colposcopia, vale registrar o colo antes e depois da aplicação dos reagentes, para que a comparação fique documentada. Esse cuidado facilita muito a leitura do laudo por outro profissional e o acompanhamento nos exames seguintes.
Um bom laudo de histeroscopia ou colposcopia junta texto claro e as melhores imagens do exame. Para ganhar tempo, use matrizes prontas para cada exame e escolha as fotos direto do álbum da paciente, no layout que a clínica preferir, com cabeçalho, logomarca e assinatura. O ditado por voz e um corretor ortográfico com termos médicos aceleram as observações e a conclusão.
Dados de saúde ginecológica são especialmente sensíveis. Por isso, a entrega do laudo merece cuidado: em vez de mandar o PDF aberto, prefira um link protegido por senha no WhatsApp ou o PDF protegido por e-mail. Dentro da clínica, o controle de acesso por usuário e o registro de quem acessou ou alterou cada informação completam a proteção. O backup, na nuvem ou local, garante que nada se perca.
O MasterPlus captura imagens e vídeo da histeroscopia, da colposcopia e do ultrassom ginecológico pela saída de vídeo do equipamento, guarda tudo no prontuário da paciente e monta o laudo com fotos, matrizes e ditado por voz. A entrega é feita por WhatsApp com link protegido por senha ou por e-mail com PDF protegido. Conheça o MasterPlus para ginecologia e, se a clínica também faz ultrassom, veja o que avaliar num sistema de captura para ultrassom.